Sindicato dos Escreventes e Auxiliares Notariais e Registrais do Estado de São Paulo


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27/11/2017

REJEITADA PELA CATEGORIA DE ESCREVENTES E AUXILIARES DO ESTADO DE SÃO PAULO A PROPOSTA DO SINOREG PARA O REAJUSTE SALARIAL.

Veja qual foi o resultado da votação na AGE de 21 de novembro a 24 de novembro de 2017, via web.

Foram encaminhadas 18.015 correspondências para todos os funcionários cadastrados em nosso sistema, independente de filiação ao SEANOR, a maioria foi encaminhada para o cartório pois não temos em nosso cadastro o endereço para correspondência, conforme solicitado em nosso site, www.seanor.org.br

Apesar do custo total para convocação e realização da AGE ter sido o alto, cujo valor foi de R$ 58.990,56 o número de votantes foram pífios 1.570, demonstrando o total desinteresse da categoria na defesa de seus direitos.

Estes foram os resultados da vontade dos funcionários que votaram:

388 votos para a opção: ACEITO A PROPOSTA PATRONAL.

812 votos para a opção: NÃO ACEITO A PROPOSTA PATRONAL E AUTORIZO O INGRESSO COM O DISSÍDIO COLETIVO, SABENDO QUE A LEI EXIGE A CONCORDÂNCIA DO SINOREG.

318 votos para a opção: NÃO CONCORDO COM NENHUMA DAS DUAS ALTERNATIVAS – VAMOS A GREVE GERAL PARA CONSEGUIR MELHOR PROPOSTA PATRONAL.

37 votos para a opção: NULO E

15 votos para a opção: VOTO EM BRANCO.

Com esse resultado o SEANOR – Sindicato dos Escreventes e Auxiliares Notariais e Registrais do Estado de São Paulo, seguirá o seguinte roteiro:

  1. Vamos negociar com o SINOREG (sindicato patronal) a possibilidade de uma nova rodada de negociação para melhorar o índice de 1,65% proposto.
  2. Na recusa de nova rodada o caminho será o dissídio coletivo, porém conforme informado na cédula de votação haverá a necessidade da concordância patronal para o ingresso, cujo processo poderá demorar de 02 ou mais anos de tramitação na Justiça do Trabalho, que no final nem sempre é favorável à categoria.
  3. Na recusa da concordância com o dissídio coletivo pelo sindicato patronal, não há mais nada a fazer.
  4. As categorias sólidas e solidárias entre os trabalhadores, partem para a greve geral, mas não temos esse perfil, portanto não acredito que isso possa acontecer.

 

Vamos torcer para que o SINOREG, (sindicato patronal) abra as portas para nova rodada de negociações.

 

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José Luiz de Castro Silva – presidente.

 

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